A ginástica, enquanto atividade física, tem suas origens na Antiguidade, uma vez que os exercícios típicos do esporte já eram desempenhados pelos homens pré-históricos com o intuito de se protegerem de ameaças naturais. Por volta de 2600 a.C., especialmente em civilizações orientais, os exercícios da ginástica passaram a fazer parte de festividades, jogos e rituais religiosos.
Contudo, pode-se dizer que foi na Grécia que a ginástica ganhou grande destaque, se tornando um elemento fundamental para a educação física dos gregos. De fato, os mesmos a conceberam como uma forma de busca por corpos e mentes sãos, dando à modalidade um papel fundamental na busca do equilíbrio entre aptidões físicas e intelectuais. Além disso, a valorização grega do ideal de beleza humana favoreceu ainda mais a evolução da ginástica, uma vez que sua prática era vista como uma forma de cultuar o corpo.
Posteriormente, na civilização romana, o esporte se afastou bastante de sua faceta grega, já que a valorização do corpo era vista como algo imoral pelos romanos. Assim, nesta época, a prática da ginástica se resumiu apenas a exercícios destinados à preparação militar. A rejeição do culto à beleza física também foi registrada durante a Idade Média, aspecto que resultou na perda da importância do esporte nesta época. Desta forma, a ginástica retomou sua evolução somente com o Renascentismo e a revalorização das referências culturais da antiguidade clássica.
Para a maioria dos especialistas, a ginástica atual teve no início do século XIX o seu grande momento, pois foi neste período que surgiram as quatro grandes escolas do esporte (Inglesa, Alemã, Sueca e Francesa) e os principais métodos e aparelhos ginásticos. Desde então, a modalidade não parou de se desenvolver. Em 23 de julho de 1881, foi fundada a Federação Europeia de Ginástica, entidade que se tornaria posteriormente, em 1921, a atualmente conhecida FIG (Federação Internacional de Ginástica).
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Musculação: Breve histórico.
Demonstrações de força sempre existiram entre os seres humanos e em algum momento ele deve ter percebido ainda que empiricamente, as vantagens do condicionamento físico. Estátuas encontradas no Egito, já apresentavam mulheres com a forma física bem trabalhada, e também havia pinturas que mostravam homens levantando pesos, ainda mais antigas, de 4000 A.C.
Em Olímpia (berço dos jogos olímpicos originais) foram encontradas pedras que apresentavam vestígios de atividade física, ou seja, eram levantadas. A história mais conhecida é a de Milos de Crotona, discípulo do matemático Pitágoras (500 a 580 A.C.) e atleta olímpico, cujo nome batizou a cidade italiana de Milão.
Milos, seis vezes vencedor dos jogos olímpicos, possuía um dos métodos de treinamento mais antigos da humanidade, cujo princípio é utilizado até hoje, a evolução progressiva da carga. Ele treinava carregando um bezerro nas costas para aumentar a força dos membros inferiores, e à medida que o bezerro se desenvolvia, mais sua força aumentava.
Relatos também mostram sua preocupação com a suplementação alimentar. Milos comia por dia 9 kg de pão, o mesmo de carne e bebia 10 litros de vinho, gerando algo em torno de 57 mil calorias. Sua história, porém não tem final feliz. A lenda diz que Milos morreu devorado por lobos, depois de ficar preso ao dar um golpe em uma árvore.
Através da história dos povos sempre houve personagens que realizavam demonstrações de força e foi assim que a musculação moderna surgiu no século XIX, inicialmente como demonstrações de força e exibição física em feiras e circos. Isso popularizava o esporte, mas dando lhe uma aura de exotismo e prejudicando sua organização.
Essas duas posturas exibição física e demonstrações de força evoluiriam para o fisiculturismo (ou simplesmente culturismo) e o halterofilismo (em suas diversas formas de levantamento de peso). No primeiro, como diz o nome, fisicultura, é o desenvolvimento do físico através da prática de exercícios de musculação e rígida disciplina nutricional, cultivando o corpo e a forma do atleta. Esta forma é o objetivo, embora o atleta também desenvolva sua força.
Na segunda, halterofilismo, o objetivo principal se inverte, é a capacidade do atleta de levantar pesos o que conta. Esta, talvez pela maneira mais direta de quantificar e comparar as marcas atingidas, se transformou em esporte primeiro.
Em Olímpia (berço dos jogos olímpicos originais) foram encontradas pedras que apresentavam vestígios de atividade física, ou seja, eram levantadas. A história mais conhecida é a de Milos de Crotona, discípulo do matemático Pitágoras (500 a 580 A.C.) e atleta olímpico, cujo nome batizou a cidade italiana de Milão.
Milos, seis vezes vencedor dos jogos olímpicos, possuía um dos métodos de treinamento mais antigos da humanidade, cujo princípio é utilizado até hoje, a evolução progressiva da carga. Ele treinava carregando um bezerro nas costas para aumentar a força dos membros inferiores, e à medida que o bezerro se desenvolvia, mais sua força aumentava.
Relatos também mostram sua preocupação com a suplementação alimentar. Milos comia por dia 9 kg de pão, o mesmo de carne e bebia 10 litros de vinho, gerando algo em torno de 57 mil calorias. Sua história, porém não tem final feliz. A lenda diz que Milos morreu devorado por lobos, depois de ficar preso ao dar um golpe em uma árvore.
Através da história dos povos sempre houve personagens que realizavam demonstrações de força e foi assim que a musculação moderna surgiu no século XIX, inicialmente como demonstrações de força e exibição física em feiras e circos. Isso popularizava o esporte, mas dando lhe uma aura de exotismo e prejudicando sua organização.
Essas duas posturas exibição física e demonstrações de força evoluiriam para o fisiculturismo (ou simplesmente culturismo) e o halterofilismo (em suas diversas formas de levantamento de peso). No primeiro, como diz o nome, fisicultura, é o desenvolvimento do físico através da prática de exercícios de musculação e rígida disciplina nutricional, cultivando o corpo e a forma do atleta. Esta forma é o objetivo, embora o atleta também desenvolva sua força.
Na segunda, halterofilismo, o objetivo principal se inverte, é a capacidade do atleta de levantar pesos o que conta. Esta, talvez pela maneira mais direta de quantificar e comparar as marcas atingidas, se transformou em esporte primeiro.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Ioga: Do adulto a garotada
União do corpo, da mente e da alma. Essa é a definição pura para a ioga, uma prática indiana milenar que, de longe, parece apenas uma seqüência de exercícios posturais, mas na verdade engloba vários setores da vida humana.
A técnica trabalha, além do corpo, a disciplina, o controle da força vital e das emoções, a concentração, a meditação e a hiperconsciência. É complexa assim...
Você pode até estranhar como uma modalidade tão profunda cative pequenos adeptos entre os três e 14 anos de idade. Sim, eles não têm a menor idéia da filosofia por trás da ioga, mas se divertem a valer. E o que é melhor: cada vez mais a prática tem trazido excelentes resultados na saúde e na vida desses baixinhos.
Diverte, trata e educa.
Um estudo recente desenvolvido pela clínica de psiquiatria e psicoterapia infantil da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, concluiu que a ioga pode ser considerada um tratamento complementar para o chamado transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). De acordo com os cientistas, a técnica mostrou-se mais eficaz do que outras práticas corporais ou atividades físicas na redução dos sintomas relacionados ao distúrbio. Esse poder estaria na capacidade da ioga em melhorar a concentração e reduzir a ansiedade dos praticantes.
No Brasil, um projeto no Hospital das Clínicas, em São Paulo, aplica, desde 2005, aulas de ioga em crianças portadoras de distrofia muscular, uma doença ainda sem cura e que provoca degeneração progressiva nos músculos de todo o corpo — inclusive os respiratórios. O trabalho, que faz parte da tese de mestrado do professor de educação física Marcos Rojo, já demonstra ótimos resultados. As crianças apresentaram uma melhora de 10% na capacidade respiratória. “Até conseguimos adiar em dois anos a necessidade do uso de aparelho respiratório”, comemora o professor.
A técnica trabalha, além do corpo, a disciplina, o controle da força vital e das emoções, a concentração, a meditação e a hiperconsciência. É complexa assim...
Você pode até estranhar como uma modalidade tão profunda cative pequenos adeptos entre os três e 14 anos de idade. Sim, eles não têm a menor idéia da filosofia por trás da ioga, mas se divertem a valer. E o que é melhor: cada vez mais a prática tem trazido excelentes resultados na saúde e na vida desses baixinhos.
Diverte, trata e educa.
Um estudo recente desenvolvido pela clínica de psiquiatria e psicoterapia infantil da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, concluiu que a ioga pode ser considerada um tratamento complementar para o chamado transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). De acordo com os cientistas, a técnica mostrou-se mais eficaz do que outras práticas corporais ou atividades físicas na redução dos sintomas relacionados ao distúrbio. Esse poder estaria na capacidade da ioga em melhorar a concentração e reduzir a ansiedade dos praticantes.
No Brasil, um projeto no Hospital das Clínicas, em São Paulo, aplica, desde 2005, aulas de ioga em crianças portadoras de distrofia muscular, uma doença ainda sem cura e que provoca degeneração progressiva nos músculos de todo o corpo — inclusive os respiratórios. O trabalho, que faz parte da tese de mestrado do professor de educação física Marcos Rojo, já demonstra ótimos resultados. As crianças apresentaram uma melhora de 10% na capacidade respiratória. “Até conseguimos adiar em dois anos a necessidade do uso de aparelho respiratório”, comemora o professor.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Musculação no processo de emagrecimento.
Musculação no processo de emagrecimento Segundo Wilmore e costill (2001), estudos sustentam o uso do treinamento de força para promover alterações favoráveis do perfil lipídico, embora os resultados nem sempre tenham sido consistentes de um estudo a outro. Quando foram observadas alterações da concentração sérica (combinação do colesterol total contido em cada uma das diferentes lipoproteínas) de lipídios, elas refletiam, em geral, uma diminuição da relação colesterol total – HDL-colesterol ou LDL-colesterol. O treinamento de força, também, reduz o risco de obesidade. Evidências indicam que um programa de treinamento de força aumenta a massa isenta de gordura e diminui a massa gorda do praticante.
Alguns cientistas especulam se esse aumento de massa isenta de gordura aumenta a taxa metabólica de repouso do indivíduo, pois o músculo é mais metabolicamente ativo do que a gordura. Isso aumentaria o gasto calórico diário. De acordo com Campos (2001), apesar dos exercícios de força em musculação não utilizarem gordura no momento do exercício (somente ATP-CP e glicólise anaeróbia), há uma grande utilização de lipídios entre uma série e outra dos exercícios, por causa da atividade aeróbia aumentada, no intuito de recuperar os sistemas anaeróbios depletados. Ainda, o metabolismo permanece alto por várias horas, o que aumenta a oxidação de gorduras. É importante lembrar que, em repouso, a produção energética depende quase que exclusivamente do sistema aeróbio e as gorduras são a principal fonte de energia nesta situação. Influência do Exercício Aeróbio As atividades que desenvolvem a endurance (atividade aeróbia prolongada) cardiovascular são o coração do programa de exercícios. São destinadas a melhorar tanto a capacidade quanto a eficiência de seus sistemas cardiovascular, respiratório e metabólico. Essas atividades também o ajudam a controlar ou reduzir seu peso corporal. Atividades como a caminhada, o trote, a corrida, o ciclismo, a natação, o remo, a dança aeróbia, o step e a escalada são boas atividades de resistência à fadiga (Wilmore e Costill, 2001). A atividade aerobia, leve e moderada, de média a longa duração, é a melhor opção para o indivíduo que deseja emagrecer. Isto porque neste ritmo, o organismo utiliza cerca de 50% de carboidratos e 50% de gorduras como as principais fontes de energia durante o início do exercício.
Conforme o tempo de atividade vai aumentando o corpo passa a utilizar predominantemente gorduras como principal fonte energética. Já no exercício de alto intensidade a porcentagem de gordura utilizada diminui para aproximadamente 33% e a de carboidrato aumenta para aproximadamente 67%. Caso a atividade aerobia seja de alta intensidade, a principal fonte de energia serão os carboidratos, porém o exercício não terá longa duração. Mas existe um grupo de estudiosos que preconiza a utilização das gorduras para resintese do ATP ao final do exercício durante a fase do EPOC (consumo excessivo de oxigênio pós-exercício). Segundo McArdle et al. (1998), o exercício aeróbio submáximo gera um aumento significante no metabolismo das gorduras, mais precisamente no catabolismo. Já, os vários métodos tradicionais de treinamento com resistência conseguem aperfeiçoar a capacidade geradora de força do músculo, porém esses exercícios proporcionam um estímulo apenas mínimo no sentido de aprimorar a capacidade aeróbia e de reduzir a gordura corporal e exercem um efeito muito pequeno no sentido de modificar o perfil dos lipídios sanguíneos (gorduras no sangue) do indivíduo e outros fatores de risco para os distúrbios que o excesso de gordura pode vir a gerar.
Com isso, concluísse que o exercício tradicional com treinamento de resistência não deveria constituir a maior parte de um programa elaborado para o aprimoramento cardiovascular e o controle e diminuição de peso corporal. Porém, o custo calórico do exercício pode ser aumentado de forma a produzir aprimoramentos em mais de um aspecto da aptidão pela modificação da abordagem padronizada ao treinamento de resistência.
Essa abordagem denominada, treinamento de resistência em circuito, deixa de enfatizar os curtos intervalos de sobrecarga muscular local maciça, para poder proporcionar um condicionamento mais generalizado capaz de aprimorar a composição corporal (aumentando o catabolismo de gorduras), aumentar a força muscular e a resistência muscular localizada, além de melhorar a aptidão cardiovascular. Influência da Ginástica aeróbia e Localizada A ginástica, tanto aeróbia quanto localizada, pode contribuir para o emagrecimento no sentido de aumentar a demanda energética. na extensão do tempo de aquecimento aeróbio tendo como objetivo central o aumento do gasto calórico total e no trabalho de endurance muscular mais longo, traduzindo um incremento no sistema energético aeróbio. Já a ginástica localizada influencia o gasto calórico no desenvolvimento dos trabalhos de força de maiores intensidades, pelo incremento do sistema anaeróbio de energia, proporcionando um déficit energético que será reposto ao final da atividade tendo como principal fonte para resintese do ATP a gordura (Costa, 1998). Conclusão Segundo Wilmore e Costill (2001), o treinamento de força promove ganhos de massa isenta de gordura e tanto o treinamento de endurance quanto o de força promovem a perda de massa gorda. Para perder peso, os atletas devem combinar um programa moderado de treinamento de endurance e de força com uma restrição calórica modesta. Contudo, a melhor opção para o emagrecimento é praticar o maior número de atividades possíveis, sem sobrecarregar o seu corpo, para não gerar overtraining. E associado a isso iniciar uma reeducação alimentar, melhorando a qualidade e a quantidade dos alimentos ingeridos.
Alguns cientistas especulam se esse aumento de massa isenta de gordura aumenta a taxa metabólica de repouso do indivíduo, pois o músculo é mais metabolicamente ativo do que a gordura. Isso aumentaria o gasto calórico diário. De acordo com Campos (2001), apesar dos exercícios de força em musculação não utilizarem gordura no momento do exercício (somente ATP-CP e glicólise anaeróbia), há uma grande utilização de lipídios entre uma série e outra dos exercícios, por causa da atividade aeróbia aumentada, no intuito de recuperar os sistemas anaeróbios depletados. Ainda, o metabolismo permanece alto por várias horas, o que aumenta a oxidação de gorduras. É importante lembrar que, em repouso, a produção energética depende quase que exclusivamente do sistema aeróbio e as gorduras são a principal fonte de energia nesta situação. Influência do Exercício Aeróbio As atividades que desenvolvem a endurance (atividade aeróbia prolongada) cardiovascular são o coração do programa de exercícios. São destinadas a melhorar tanto a capacidade quanto a eficiência de seus sistemas cardiovascular, respiratório e metabólico. Essas atividades também o ajudam a controlar ou reduzir seu peso corporal. Atividades como a caminhada, o trote, a corrida, o ciclismo, a natação, o remo, a dança aeróbia, o step e a escalada são boas atividades de resistência à fadiga (Wilmore e Costill, 2001). A atividade aerobia, leve e moderada, de média a longa duração, é a melhor opção para o indivíduo que deseja emagrecer. Isto porque neste ritmo, o organismo utiliza cerca de 50% de carboidratos e 50% de gorduras como as principais fontes de energia durante o início do exercício.
Conforme o tempo de atividade vai aumentando o corpo passa a utilizar predominantemente gorduras como principal fonte energética. Já no exercício de alto intensidade a porcentagem de gordura utilizada diminui para aproximadamente 33% e a de carboidrato aumenta para aproximadamente 67%. Caso a atividade aerobia seja de alta intensidade, a principal fonte de energia serão os carboidratos, porém o exercício não terá longa duração. Mas existe um grupo de estudiosos que preconiza a utilização das gorduras para resintese do ATP ao final do exercício durante a fase do EPOC (consumo excessivo de oxigênio pós-exercício). Segundo McArdle et al. (1998), o exercício aeróbio submáximo gera um aumento significante no metabolismo das gorduras, mais precisamente no catabolismo. Já, os vários métodos tradicionais de treinamento com resistência conseguem aperfeiçoar a capacidade geradora de força do músculo, porém esses exercícios proporcionam um estímulo apenas mínimo no sentido de aprimorar a capacidade aeróbia e de reduzir a gordura corporal e exercem um efeito muito pequeno no sentido de modificar o perfil dos lipídios sanguíneos (gorduras no sangue) do indivíduo e outros fatores de risco para os distúrbios que o excesso de gordura pode vir a gerar.
Com isso, concluísse que o exercício tradicional com treinamento de resistência não deveria constituir a maior parte de um programa elaborado para o aprimoramento cardiovascular e o controle e diminuição de peso corporal. Porém, o custo calórico do exercício pode ser aumentado de forma a produzir aprimoramentos em mais de um aspecto da aptidão pela modificação da abordagem padronizada ao treinamento de resistência.
Essa abordagem denominada, treinamento de resistência em circuito, deixa de enfatizar os curtos intervalos de sobrecarga muscular local maciça, para poder proporcionar um condicionamento mais generalizado capaz de aprimorar a composição corporal (aumentando o catabolismo de gorduras), aumentar a força muscular e a resistência muscular localizada, além de melhorar a aptidão cardiovascular. Influência da Ginástica aeróbia e Localizada A ginástica, tanto aeróbia quanto localizada, pode contribuir para o emagrecimento no sentido de aumentar a demanda energética. na extensão do tempo de aquecimento aeróbio tendo como objetivo central o aumento do gasto calórico total e no trabalho de endurance muscular mais longo, traduzindo um incremento no sistema energético aeróbio. Já a ginástica localizada influencia o gasto calórico no desenvolvimento dos trabalhos de força de maiores intensidades, pelo incremento do sistema anaeróbio de energia, proporcionando um déficit energético que será reposto ao final da atividade tendo como principal fonte para resintese do ATP a gordura (Costa, 1998). Conclusão Segundo Wilmore e Costill (2001), o treinamento de força promove ganhos de massa isenta de gordura e tanto o treinamento de endurance quanto o de força promovem a perda de massa gorda. Para perder peso, os atletas devem combinar um programa moderado de treinamento de endurance e de força com uma restrição calórica modesta. Contudo, a melhor opção para o emagrecimento é praticar o maior número de atividades possíveis, sem sobrecarregar o seu corpo, para não gerar overtraining. E associado a isso iniciar uma reeducação alimentar, melhorando a qualidade e a quantidade dos alimentos ingeridos.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Obesidade na adolescência é tão prejudicial quanto fumo!
Combinação de fumo e obesidade é a mais perigosa
Um estudo realizado na Suécia indica que ser obeso na adolescência aumenta o risco de morte prematura tanto quanto fumar.
A pesquisa do Instituto Karolinska, divulgada nesta quarta-feira na publicação científica British Medical Journal, usou dados de 45.920 homens que foram submetidos a exames médicos obrigatórios ao se alistarem no serviço militar, quando tinham idades entre 16 e 19 anos.
Seus índices de massa corpórea (IMC) e seus hábitos de fumar foram anotados, e eles foram acompanhados por, em média, 38 anos. Neste período, 2.897 deles morreram.
Os cientistas concluíram que o número de mortes prematuras na idade adulta dos jovens com peso normal que fumavam mais do que dez cigarros por dia foi o mesmo de não-fumantes obesos.
Saúde pública
Os pesquisadores dizem que jovens obesos fumantes correm mais riscos - na pesquisa, eles mostraram ter cinco vezes mais chances de morrer prematuramente na idade adulta do que não-fumantes com peso normal.
Além disso, o estudo mostrou que adolescentes obesos têm o dobro das chances de morte prematura do que jovens com peso normal.
O risco aumenta em 30% em adolescentes com excesso de peso, mas não obesos.
Segundo os estudiosos, a incidência de mortes foi menor entre os homens com peso normal e maior entre os que eram obesos na adolescência.
Eles descobriram ainda que os participantes com peso abaixo do normal não apresentavam risco alterado de morte prematura, independentemente de fumarem ou não. Já aqueles que tinham o peso muito abaixo do normal tinham as mesmas chances de sofrer morte prematura do que os que tinham excesso de peso.
Martin Neovius, coordenador da pesquisa, afirmou ainda que os jovens que fumam até dez cigarros por dia têm até 30% mais chances de ter morte prematura.
"As descobertas indicam que o excesso de peso, a obesidade e o fumo entre os adolescentes continuam sendo alvos importantes de iniciativas de saúde pública", afirmou o médico.
Um estudo realizado na Suécia indica que ser obeso na adolescência aumenta o risco de morte prematura tanto quanto fumar.
A pesquisa do Instituto Karolinska, divulgada nesta quarta-feira na publicação científica British Medical Journal, usou dados de 45.920 homens que foram submetidos a exames médicos obrigatórios ao se alistarem no serviço militar, quando tinham idades entre 16 e 19 anos.
Seus índices de massa corpórea (IMC) e seus hábitos de fumar foram anotados, e eles foram acompanhados por, em média, 38 anos. Neste período, 2.897 deles morreram.
Os cientistas concluíram que o número de mortes prematuras na idade adulta dos jovens com peso normal que fumavam mais do que dez cigarros por dia foi o mesmo de não-fumantes obesos.
Saúde pública
Os pesquisadores dizem que jovens obesos fumantes correm mais riscos - na pesquisa, eles mostraram ter cinco vezes mais chances de morrer prematuramente na idade adulta do que não-fumantes com peso normal.
Além disso, o estudo mostrou que adolescentes obesos têm o dobro das chances de morte prematura do que jovens com peso normal.
O risco aumenta em 30% em adolescentes com excesso de peso, mas não obesos.
Segundo os estudiosos, a incidência de mortes foi menor entre os homens com peso normal e maior entre os que eram obesos na adolescência.
Eles descobriram ainda que os participantes com peso abaixo do normal não apresentavam risco alterado de morte prematura, independentemente de fumarem ou não. Já aqueles que tinham o peso muito abaixo do normal tinham as mesmas chances de sofrer morte prematura do que os que tinham excesso de peso.
Martin Neovius, coordenador da pesquisa, afirmou ainda que os jovens que fumam até dez cigarros por dia têm até 30% mais chances de ter morte prematura.
"As descobertas indicam que o excesso de peso, a obesidade e o fumo entre os adolescentes continuam sendo alvos importantes de iniciativas de saúde pública", afirmou o médico.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Surf e Body Board: Dicas importantes antes de pratica-los.
Imagine-se flutuando em sua prancha, perfurando as ondas e direcionando-se para fora da costa, enquanto seus olhos se perdem no horizonte. Você vai precisar de bastante força e concentração para dar suas remadas e chegar até os melhores picos e esperar a onda perfeita.
Para conseguir pegar a onda e ficar em pé na prancha é necessário ter um bom equilíbrio e bastante força nas pernas. O surfe é um esporte muito prazeroso e consegue trabalhar todos os grupamentos musculares, além de desenvolver o equilíbrio e a coordenação motora.
Para ter um melhor rendimento físico é necessário ingerir os nutrientes necessários. Assim você poderá aumentar seu sistema imunológico, seus níveis de energia, sua potência muscular, sua concentração e reduzir gorduras de maneira saudável.
Segue abaixo uma lista com os suplementos mais indicados para os surfistas:
- Suplementação para auxiliar no surfe e body board:
Glutamina: É o aminoácido mais abundante no tecido muscular e é literalmente dilacerado dos músculos durante a prática de esportes como surfe. É importante para o surfista manter-se disposto para um longo período dentro d'água à procura das melhores ondas. O esporte pode causar perda muscular e uma baixa na função imunológica se praticado ao extremo, por isso a glutamina é considerada “condicionalmente essencial”.
Energéticos em gel: Tanto no surfe como em qualquer esporte é importante manter uma alimentação rica em carboidratos, pois eles são os combustíveis perfeitos para nosso corpo. Os carboidratos fornecerão energia para que o surfista possa ter um bom desempenho e aguente mais tempo dentro d'água. Às vezes não conseguimos a quantidade suficiente de carboidratos nos alimentos, por isso é importante recorrermos à suplementação. Nada mais prático para um surfista do que um energético em gel, pois estes são leves, de fácil transporte e podem ser levados para a areia e consumidos antes de entrar na água. Os energéticos em gel são de rápida e fácil digestão, são ideais para aquelas horas em que não há tempo para comer. São ideais para serem consumidos antes de entrar na água, pois fornecerão energia e não pesarão no estômago.
Whey protein: É a fonte ideal de proteínas para os surfistas. O whey protein (proteína do soro do leite) é rapidamente absorvido pelo organismo e é uma proteína completa, de altíssima qualidade, com altas concentrações de todos os aminoácidos essenciais. Além de ser importante como um reparador dos danos dos tecidos musculares, o whey é bastante eficiente na redução da gordura corporal. Ele fornece energia aos músculos trabalhados durante o surfe. Por ser de rápida absorção quando usado depois de pegar onda, o whey vai rapidamente para o músculo, sendo excelente para a recuperação muscular.
Sports drinks: O surfe requer uma alimentação rica em carboidratos para gerar energia para dar suas remadas e pegar suas ondas. Carboidratos e eletrólitos são os principais nutrientes que o corpo precisa para manter um alto padrão de energia e se manter firme em cima de sua prancha sem se cansar. Os sports drinks são uma importante fonte de carboidratos e eletrólitos. Perde-se bastante líquido enquanto se está surfando.
O suor que evapora pela pele contém uma variedade de eletrólitos. Estes têm em sua composição alguns componentes, tais como sódio, potássio, cálcio, magnésio, cloro, bicarbonato, fosfato e sulfato. Os eletrólitos, em especial o sódio e o potássio, presentes em sports drinks são muito importantes com relação à reidratação.
Multivitamínicos: Esportistas precisam de mais vitaminas e minerais do que pessoas sedentárias. O corpo necessita de vitaminas e minerais para praticamente todos os movimentos básicos. Os multivitamínicos fornecem energia para os músculos trabalhados e auxiliam na recuperação muscular. Sem as vitaminas e minerais adequados, essas funções básicas do corpo não encontram espaço para agir.
Barras protéicas: São excelentes para substituir lanches e evitar o catabolismo (quebra de músculos). As barras protéicas fornecem proteína para o corpo e são bastante práticas, podendo ser ingeridas antes e depois de entrar no mar. Afinal, é importante fazer uma refeição de 3 em 3 horas. E justamente a hora de surfar pode ser a hora de fazer uma refeição. As barras de proteínas são saborosas e uma excelente fonte de proteínas, que são essenciais para o crescimento muscular. São muito práticas, por isso podem ser levadas para qualquer lugar.
Guaraná: Fornece energia para o corpo, mantendo excelente nível de performance dentro d’água. Além disso, mantém você ligado na partida por ajudar em uma boa atividade da adrenalina e fluxo sanguíneo. Isso ajuda a manter a concentração dos seus movimentos em cima da prancha.
- Benefícios do surfe e do body board:
•É um excelente exercício cardiovascular
•Trabalha todos os grupos musculares.
•Desenvolve o equilíbrio e a coordenação motora.
•É um esporte praticado em contato com a natureza.
- Riscos/cuidados do surfe e do body board:
•Se praticado sem o devido alongamento e aquecimento da musculatura, o surfe pode provocar lesões nos ombros (por causa da remada), nos tornozelos e nos joelhos.
•Saber nadar.
•Usar protetor solar.
•Conhecer as condições do mar antes de entrar.
•Beber muita água antes e depois da prática do surfe.
•Fazer refeições leves antes de entrar na água.
•Como o surfe depende de tempo e oportunidade para ser praticado, o surfista deve manter outra atividade física, como a musculação ou a natação.
- Principais grupos musculares utilizados no surfe e no body board:
•Costas.
•Braços.
•Pernas.
- Dicas para um melhor rendimento físico no surfe e no body board:
•O treinamento de força, aliado a um treinamento de flexibilidade (alongamento), são os fatores mais importantes para a prática do surfe.
•É importante trabalhar os membros superiores para que haja força nos braços e você tenha uma remada eficiente. Bem como malhar os membros inferiores para que haja bastante equilíbrio nas pernas na hora de pegar a onda.
- Materiais/vestimenta/equipamentos para o surfe e o body board:
•Prancha: é o elo entre o surfista e o mar. Uma boa prancha é fundamental para ter um bom desempenho. A prancha deve ser escolhida de acordo com o tamanho e a característica física do atleta. Além da tradicional prancha usada pelos surfistas existe a fun board e a long board. A long board é a maior de todas. Já a fun board é a intermediária entre a long board e a pranchinha. Você pode optar também pela prancha de body board que é para surfar deitado.
•Leash: é a famosa cordinha. Ela é amarrada junto ao calcanhar e prende o surfista junto à prancha. É importante verificar se o leash está bem preso, pois se não estiver será bastante trabalhoso pegar a prancha de volta.
•Parafina: é feita do mesmo material que a vela. É passada na prancha com o objetivo de não deixar o surfista deslizar. Ela segura os pés do surfista na hora da onda. É bom não exagerar na parafina e utilizar sempre o raspador.
•Neoprene: é a roupa de borracha utilizada no inverno ou em mares frios. Se for prolongar o tempo na água é bom utilizar o neoprene.
Para conseguir pegar a onda e ficar em pé na prancha é necessário ter um bom equilíbrio e bastante força nas pernas. O surfe é um esporte muito prazeroso e consegue trabalhar todos os grupamentos musculares, além de desenvolver o equilíbrio e a coordenação motora.
Para ter um melhor rendimento físico é necessário ingerir os nutrientes necessários. Assim você poderá aumentar seu sistema imunológico, seus níveis de energia, sua potência muscular, sua concentração e reduzir gorduras de maneira saudável.
Segue abaixo uma lista com os suplementos mais indicados para os surfistas:
- Suplementação para auxiliar no surfe e body board:
Glutamina: É o aminoácido mais abundante no tecido muscular e é literalmente dilacerado dos músculos durante a prática de esportes como surfe. É importante para o surfista manter-se disposto para um longo período dentro d'água à procura das melhores ondas. O esporte pode causar perda muscular e uma baixa na função imunológica se praticado ao extremo, por isso a glutamina é considerada “condicionalmente essencial”.
Energéticos em gel: Tanto no surfe como em qualquer esporte é importante manter uma alimentação rica em carboidratos, pois eles são os combustíveis perfeitos para nosso corpo. Os carboidratos fornecerão energia para que o surfista possa ter um bom desempenho e aguente mais tempo dentro d'água. Às vezes não conseguimos a quantidade suficiente de carboidratos nos alimentos, por isso é importante recorrermos à suplementação. Nada mais prático para um surfista do que um energético em gel, pois estes são leves, de fácil transporte e podem ser levados para a areia e consumidos antes de entrar na água. Os energéticos em gel são de rápida e fácil digestão, são ideais para aquelas horas em que não há tempo para comer. São ideais para serem consumidos antes de entrar na água, pois fornecerão energia e não pesarão no estômago.
Whey protein: É a fonte ideal de proteínas para os surfistas. O whey protein (proteína do soro do leite) é rapidamente absorvido pelo organismo e é uma proteína completa, de altíssima qualidade, com altas concentrações de todos os aminoácidos essenciais. Além de ser importante como um reparador dos danos dos tecidos musculares, o whey é bastante eficiente na redução da gordura corporal. Ele fornece energia aos músculos trabalhados durante o surfe. Por ser de rápida absorção quando usado depois de pegar onda, o whey vai rapidamente para o músculo, sendo excelente para a recuperação muscular.
Sports drinks: O surfe requer uma alimentação rica em carboidratos para gerar energia para dar suas remadas e pegar suas ondas. Carboidratos e eletrólitos são os principais nutrientes que o corpo precisa para manter um alto padrão de energia e se manter firme em cima de sua prancha sem se cansar. Os sports drinks são uma importante fonte de carboidratos e eletrólitos. Perde-se bastante líquido enquanto se está surfando.
O suor que evapora pela pele contém uma variedade de eletrólitos. Estes têm em sua composição alguns componentes, tais como sódio, potássio, cálcio, magnésio, cloro, bicarbonato, fosfato e sulfato. Os eletrólitos, em especial o sódio e o potássio, presentes em sports drinks são muito importantes com relação à reidratação.
Multivitamínicos: Esportistas precisam de mais vitaminas e minerais do que pessoas sedentárias. O corpo necessita de vitaminas e minerais para praticamente todos os movimentos básicos. Os multivitamínicos fornecem energia para os músculos trabalhados e auxiliam na recuperação muscular. Sem as vitaminas e minerais adequados, essas funções básicas do corpo não encontram espaço para agir.
Barras protéicas: São excelentes para substituir lanches e evitar o catabolismo (quebra de músculos). As barras protéicas fornecem proteína para o corpo e são bastante práticas, podendo ser ingeridas antes e depois de entrar no mar. Afinal, é importante fazer uma refeição de 3 em 3 horas. E justamente a hora de surfar pode ser a hora de fazer uma refeição. As barras de proteínas são saborosas e uma excelente fonte de proteínas, que são essenciais para o crescimento muscular. São muito práticas, por isso podem ser levadas para qualquer lugar.
Guaraná: Fornece energia para o corpo, mantendo excelente nível de performance dentro d’água. Além disso, mantém você ligado na partida por ajudar em uma boa atividade da adrenalina e fluxo sanguíneo. Isso ajuda a manter a concentração dos seus movimentos em cima da prancha.
- Benefícios do surfe e do body board:
•É um excelente exercício cardiovascular
•Trabalha todos os grupos musculares.
•Desenvolve o equilíbrio e a coordenação motora.
•É um esporte praticado em contato com a natureza.
- Riscos/cuidados do surfe e do body board:
•Se praticado sem o devido alongamento e aquecimento da musculatura, o surfe pode provocar lesões nos ombros (por causa da remada), nos tornozelos e nos joelhos.
•Saber nadar.
•Usar protetor solar.
•Conhecer as condições do mar antes de entrar.
•Beber muita água antes e depois da prática do surfe.
•Fazer refeições leves antes de entrar na água.
•Como o surfe depende de tempo e oportunidade para ser praticado, o surfista deve manter outra atividade física, como a musculação ou a natação.
- Principais grupos musculares utilizados no surfe e no body board:
•Costas.
•Braços.
•Pernas.
- Dicas para um melhor rendimento físico no surfe e no body board:
•O treinamento de força, aliado a um treinamento de flexibilidade (alongamento), são os fatores mais importantes para a prática do surfe.
•É importante trabalhar os membros superiores para que haja força nos braços e você tenha uma remada eficiente. Bem como malhar os membros inferiores para que haja bastante equilíbrio nas pernas na hora de pegar a onda.
- Materiais/vestimenta/equipamentos para o surfe e o body board:
•Prancha: é o elo entre o surfista e o mar. Uma boa prancha é fundamental para ter um bom desempenho. A prancha deve ser escolhida de acordo com o tamanho e a característica física do atleta. Além da tradicional prancha usada pelos surfistas existe a fun board e a long board. A long board é a maior de todas. Já a fun board é a intermediária entre a long board e a pranchinha. Você pode optar também pela prancha de body board que é para surfar deitado.
•Leash: é a famosa cordinha. Ela é amarrada junto ao calcanhar e prende o surfista junto à prancha. É importante verificar se o leash está bem preso, pois se não estiver será bastante trabalhoso pegar a prancha de volta.
•Parafina: é feita do mesmo material que a vela. É passada na prancha com o objetivo de não deixar o surfista deslizar. Ela segura os pés do surfista na hora da onda. É bom não exagerar na parafina e utilizar sempre o raspador.
•Neoprene: é a roupa de borracha utilizada no inverno ou em mares frios. Se for prolongar o tempo na água é bom utilizar o neoprene.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Atividades físicas para portadores de deficiência
Todos sabem que a prática de atividades físicas é de grande eficácia para a promoção da saúde e bem-estar, não diferente para pessoas portadoras de deficiências ou mobilidade reduzida.
Como para todos, os portadores de deficiências devem iniciar devagar, fazer três sessões de 10 minutos diariamente ou uma única sessão de 30 minutos. Pessoas sedentárias devem começar com intervalos de atividade entre 5 a 10 minutos e aumentar gradativamente.
Quanto mais exercícios físicos fizerem mais o corpo corresponde e o retorno será uma vida saudável, independente e prazerosa. Mesmo aqueles que precisem de auxílio para realizar exercícios, devem ter sempre em mente que ele é o responsável pelos cuidados com seu corpo.
Independentemente da modalidade escolhida é essencial fazer sempre algo que goste e que dê prazer ao realizá-lo.
A prática de atividades físicas pelos portadores de deficiência proporcionará e poderá:
Como para todos, os portadores de deficiências devem iniciar devagar, fazer três sessões de 10 minutos diariamente ou uma única sessão de 30 minutos. Pessoas sedentárias devem começar com intervalos de atividade entre 5 a 10 minutos e aumentar gradativamente.
Quanto mais exercícios físicos fizerem mais o corpo corresponde e o retorno será uma vida saudável, independente e prazerosa. Mesmo aqueles que precisem de auxílio para realizar exercícios, devem ter sempre em mente que ele é o responsável pelos cuidados com seu corpo.
Independentemente da modalidade escolhida é essencial fazer sempre algo que goste e que dê prazer ao realizá-lo.
A prática de atividades físicas pelos portadores de deficiência proporcionará e poderá:
- estimular a independência e autonomia;
- melhorar a socialização com outros grupos;
- melhorar a auto-valorização, a auto-estima e a auto-imagem;
- a melhoria das funções organo-funcionais (aparelho circulatório, respiratório, digestivo, reprodutor e excretor);
- melhoria na força e resistência muscular global;
- melhora no equilíbrio estático e dinâmico;
- manutenção e promoção da saúde;
- desenvolvimento de habilidades motoras e funcionais para melhor realização das atividades de vida diária;
- aprimoramento da coordenação motora global;
- superação de situações de frustração;
- experiência com suas possibilidades, potencialidades e limitações.
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